Acervo
Relatos
Denúncias de assédio moral, perseguição profissional, humilhações públicas, grosseria extrema e postura incompatível com um executivo.
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Ego inflado, equipe diminuída
Alexandre Rhein adota uma postura deselegante e incompatível com uma gestão respeitosa.
Em apresentações e reuniões, enfatiza sua posição e fala de si em vez da equipe, com frases como:
- “EU SOU o diretor da área.”
- “EU TENHO que resolver os chamados.”
- “EU TENHO QUE resolver isso.”
(Entre gritos e verborragia)
Também leva assuntos fora do escopo para reuniões e expõe o despreparo dos participantes. Faz perguntas como se buscasse apenas uma informação e depois constrange o profissional em público por não receber a resposta que esperava.
Em uma reunião, vi Rhein gritar com um analista júnior de TI porque a taxa Selic havia subido e o custo da equipe para o banco aumentara. O profissional foi cobrado publicamente por um assunto de macroeconomia que não fazia parte de suas obrigações.
Suicídio no banco em 2024
Em setembro de 2024, uma pessoa morre por suicídio nas dependências do banco. Diante do impacto que o episódio pode causar, um membro da CIPA solicita medidas preventivas relacionadas ao acesso às varandas e a outras áreas do prédio.
A solicitação não é atendida e, posteriormente, Rhein pressionou o RH a questionar por que a preocupação foi apresentada. Em vez de ser acolhida como uma iniciativa de prevenção, ela é tratada como tentativa de criar problemas ou de se aproveitar da situação. O membro da CIPA enfrenta perseguição e obstáculos ao levantar preocupações sobre a segurança e o bem-estar dos trabalhadores.
Demissão por vingança
Após a saída de uma liderança em setembro de 2023, um trabalhador de aproximadamente 65 anos passou mal depois de uma agressão verbal feita por Alexandre Rhein.
O episódio foi denunciado pelo canal anônimo do Banco Daycoval, mas a confidencialidade não foi preservada.
Rhein descobriu o autor da denúncia pouco depois e, em questão de horas, conseguiu que o trabalhador fosse demitido, segundo informante do RH.
Na manhã seguinte, uma liderança o comunicou que o desligamento ocorreria por causa da denúncia de assédio.
Uma gravação da conversa sobre o desligamento foi encaminhada ao proprietário do banco.
E, felizmente, dois dias depois, o trabalhador foi chamado de volta e readmitido.
O retorno, porém, teria dado início a uma sequência de humilhações, isolamento e retaliação profissional.
Humilhações públicas e recusa de diálogo
Alexandre Rhein adota posturas grosseiras e agressivas em reuniões e outros espaços coletivos. Diante de colegas, chamou um trabalhador de mentiroso, expondo sua credibilidade. Também grita nos corredores, em situações constrangedoras para quem presencia os episódios.
Num caso específico, passou a ignorar tentativas de conversa feitas por um subordinado. Vira as costas e se afasta.
Desqualificação de reconhecimento profissional
Um profissional reconhecido entre os melhores de sua área por experiência, dedicação e trabalho ouve de Alexandre Rhein que a distinção foi concedida por engano e que ele não deveria tê-la recebido. O episódio se soma às avaliações negativas e ao afastamento das atividades de tecnologia.
"Coincidentemente", tudo isso começou após uma reclamação ao RH sobre a conduta de Rhein.
Esvaziamento de funções
Após a readmissão, um profissional com mais de 30 anos de carreira em tecnologia é impedido por Alexandre Rhein de retornar à área. Em vez de exercer funções compatíveis com sua trajetória, passa cerca de três meses lendo e analisando documentos no setor de contratos.
Perseguição a profissional PCD nas condições de trabalho
Um profissional PCD enfrenta condições de trabalho inadequadas em meio à perseguição atribuída ao diretor Alexandre Rhein. Apesar de um problema na coluna lombar, nas regiões L4 e L5, e de pedidos repetidos por uma cadeira apropriada, Rhein fez questão de mantê-lo em cadeiras quebradas ou inadequadas em diferentes momentos.
Pedidos por monitores adequados às atividades também não são atendidos. A falta de equipamentos e acomodações adequados contribui para o desgaste físico e a sensação de desvalorização profissional.
Vigilância, isolamento e exclusão
Após comunicar ao RH um episódio de assédio cometido por Alexandre Rhein, um trabalhador passa a ter suas atividades monitoradas constantemente, da entrada à saída do banco. Ele também enfrenta restrições à participação em eventos, reuniões e outras oportunidades profissionais.
Em um episódio, o trabalhador entra em um elevador sem perceber a presença de Rhein, que sai imediatamente. A rejeição e a falta de diálogo se repetem, ampliando o isolamento e o constrangimento no dia a dia.
Assédio sexual
Há relatos de possíveis situações de assédio sexual contra funcionárias atribuídas a Alexandre Rhein. Segundo as informações recebidas, Morris Dayan e os donos do banco souberam dos relatos e nada fizeram.
Segundo as informações recebidas, Rhein manteve uma relação com uma funcionária, e os dois foram vistos de mãos dadas no banco. Ele a engravidou, não quis assumir a paternidade e o caso foi parar na Justiça. A funcionária deixou a instituição posteriormente.
Adoecimento psicológico de outros funcionários
Outros profissionais enfrentam dificuldades psicológicas associadas ao ambiente de trabalho, incluindo esgotamento emocional e burnout. Comportamentos agressivos e a desqualificação profissional atribuídos a Alexandre Rhein são recorrentes; situações semelhantes continuam após o desligamento do profissional afetado.
Avaliações negativas e prejuízos financeiros
Após comunicar de boa-fé uma preocupação sobre um episódio de assédio atribuído a Alexandre Rhein, um profissional passa a ser perseguido por meio de avaliações de desempenho sistematicamente negativas. Essa sequência dura aproximadamente dois anos; em algumas ocasiões, os gestores responsáveis acompanham seu trabalho há apenas três meses.
As avaliações afetam o reconhecimento e a evolução salarial. Nesse período, não há aumentos por mérito, apenas os reajustes previstos em dissídios coletivos, com prejuízo financeiro e limitação do desenvolvimento profissional.
Perseguição persistente por vingança
Depois de comunicar uma preocupação de boa-fé sobre um episódio de assédio, um analista enfrenta quase dois anos de perseguição atribuída ao diretor Alexandre Rhein. Em uma relação desigual de poder, o diretor submete o profissional a situações humilhantes: acusações de mentira diante de colegas, constrangimentos públicos, recusa de diálogo e questionamento de reconhecimento profissional.
O afastamento da tecnologia atinge uma carreira construída ao longo de mais de 30 anos. Enquanto desempenha tarefas que não aproveitam sua experiência, o profissional busca atualização em casa. Condições inadequadas de trabalho, restrições profissionais e avaliações negativas compõem um desgaste prolongado, feito de acontecimentos repetidos no cotidiano.