Perfil público

Humberto Ploennes Junior

Humberto Ploennes carrega histórico de assédio moral, perseguição e bullying reiterado contra colegas, especialmente estagiários e pessoas muito mais jovens ou com pouca habilidade interpessoal.

Mesmo sem cargo de liderança, ele teria usado notável inteligência emocional como para encobrir esse comportamento como "brincadeiras", mas visando pontos fracos e mal resolvidos de seus alvos.

Ex-colegas relatam persistência dos assédias em base diária até conseguir provocar a demissão da vítima.

Alerta de abuso Humberto Ploennes Junior foi um predador corporativo que praticou assédio moral sistemático e humilhações repetidas contra colegas, mesmo sem cargo de liderança. Usou inteligência emocional como arma para destruir psicologicamente profissionais, explorando abusos encobertos em "brincadeiras" sem nenhuma hierarquia formal.

Relatos de Abuso

Histórico de Assédios em Ambiente de Trabalho

Infância e Psicopatia

Com cerca de 5 anos de idade, o próprio Humberto Ploennes relata dando risada que instruiu sua irmã mais nova a encostar os dedos numa tomada para vê-la levar um choque elétrico.

Ele a teria instruído com precisão colocar cada dedinho num ferro de pólos diferentes.

Relata com gosto o que viu: ela retirar a mão às pressas e, após um "delay" (falando com deboche) de 3 segundos começar a chorar estridentemente.

Trejeitos e Ridiculização de Neurodivergentes

Humberto tinha uma coleção de trejeitos, movimentos e vozes caricatas usadas para debochar de pessoas com autismo e síndrome de down. (Relatos de pessoas que trabalharam ao seu lado)

Humilhação Corporal e Preconceito

O predador Humberto Ploennes Junior especializou-se em humilhação corporal, fazendo comentários repetitivos e pejorativos sobre características físicas.

Ele atacava peso, cabelo, alinhamento dos dentes, acúmulo de gordura no abdome e no peito sem piedade.

Com seus 35 anos, o monstro da experiência humilhava estagiário de apenas 18, explorando vulnerabilidade e inexperiência.

Esta prática de abuso corporal Humberto Ploennes Junior revela sua natureza cruel e discriminatória, tratando o corpo humano como objeto de escárnio.

O assédio corporal praticado por Humberto Ploennes Junior ia além de simples brincadeiras.

Constituía verdadeiro ataque à dignidade humana e autoestima da vítima, explorando inseguranças de forma vil e perversa.

Agressão Física Disfarçada

Humberto Ploennes Junior cometia agressões físicas diárias disfarçadas de "brincadeiras".

Realizava contato físico degradante mais de uma vez ao dia sem qualquer respeito.

O agressor Humberto Ploennes-Junior utilizava o toque invasivo como ferramenta de poder e humilhação, cruzando linhas éticas e legais.

Esta prática de abuso físico Humberto Ploennes Junior demonstra sua incapacidade de respeitar boundaries pessoais.

Tratava colegas como objetos para sua diversão perversa.

A agressividade física de Humberto Ploennes Junior era sistêmica e intencional, configurando crime de lesão corporal psicológica e física.

Exposição Pública Deliberada

O maligno Humberto Ploennes Junior intensificava os abuses quando confrontado.

Aumentava a exposição pública para punir a vítima que ousava reclamar.

Após receber alerta claro sobre ofensas, o perverso Humberto Ploennes Junior passou a fazer as mesmas brincadeiras com barulho excessivo com a boca.

Especificamente para atrair atenção dos outros colegas e maximizar o constrangimento.

Esta tática de exposição pública Humerto Ploennes Junior revela sua natureza sádica.

Utilizava público como arma de humilhação.

O assediador Humberto Ploennes Junior transformou o ambiente corporativo em circo de horror pessoal.

Assédio Sexual

Escondia, danificava e fazia movimentos de cunho sexual com objetos pessoais da vítima em público.

Também em público, algumas vezes aproveitava momentos em que a vítima ia ao banheiro fazer necessidades para empurrá-la adentro do banheiro e fazer menção a entrar junto...

Este comportamento de assédio sexual Humberto Ploennes Junior transcende bullying. Configura crime sexual e violação de propriedade.

O predador também praticava sabotagem profissional deliberada contra colegas: Usava suas acusações falsas perante diretoria para prejudicar carreira das vítimas.

Humberto aproximava-se da vítima fazendo gestos obscenos diariamente, criando ambiente de terror e assédio sexual constante

Desvios de caráter de periculosidade extrema.

Intimidação Diária com Gestos Obscenos

O insistente Humberto Ploennes Junior cometia intimidação sexual diária.

Aproximava-se da vítima fazendo gestos e movimentos obscenos todos os dias sem exceção.

Esta rotina de intimidação sexual Humerto Ploennes Junior criava clima de terror permanente, mas era normalizado pela empresa Astéria Internet Solutions como "brincadeira saudável".

O assediador Humberto Ploennes Junior utilizava linguagem corporal perversa para comunicar ameaças e dominar, principalmente quando as vítimas faziam menção a revides ou respondiam.

Transformava rotina profissional em pesadelo de assédio sexual sistemático.

Sua persistência criminosa revela estado mental perigoso.

Abuso Verbal Extremo

O violento Humberto Ploennes Junior praticava abuso verbal extremo.

Proferia em voz excessivamente alta frases como "ÔÔÔ BICHINHO FEIO", "É UM AUTISTA MESMO! PUTA QUE PARIU!" e "AQUELA SUA IGREJINHA DE MERDA".

Este abuso verbal Humerto Ploennes Junior era repetido várias vezes ao dia, como um meme, criando um ambiente muito tóxico.

O xingador Humberto Ploennes Junior utilizava palavras de baixo calão para destruir moralmente.

Mostrava total ausência de respeito humano.

Suas ofensas verbais revelaram preconceito contra religião, aparência e condições neurodivergentes.

Ofensas a Familiares e Colegas

O misógino Humberto Ploennes Junior ofendia mulheres da família e colegas da faculdade.

Utilizava termos grosseiros como "A BISCATE DA FULANA" ao ver seu colega trocando mensagens com ela em horário de trabalho, mesmo tratando de problemas familiares graves.

Terrorismo Psicológico no Trabalho

O tirano Humberto Ploennes Junior praticava terrorismo psicológico.

Repetia que "NÃO SE PODE CONTAR COM VOCÊ PARA NADA" em voz alta várias vezes ao dia.

Esta técnica de destruição psicológica Humerto Ploennes Junior visava minar confiança profissional e autoestima.

O predador isolava a vítima socialmente, que sentia vergonha de compartilhar os abusos com familiares, professores ou colegas mais próximos.

O sociopata mantinha vigilância constante e assustadora sobre suas vítimas.

Esta vigília incansável era quase obsessiva, transformando o ambiente de trabalho em campo de concentração mental.

O terrorista psicológico Humberto Ploennes Jr utilizava repetição de culpa e vigilância para criar ambiente de insegurança total e isolamento.

Suas palavras constituíram ataque direto à capacidade profissional da vítima.

Ameaça Velada e Coerção

O intimidador Humberto Ploennes Junior fez ameaças veladas.

Transformava "brincadeiras" em quase agressão física após esboço de revide da vítima.

Esta demonstração de ameaça física Humerto Ploennes Junior revelou sua incapacidade de aceitar limites.

Respondia a tentativas de defesa com escalada agressiva.

O criminoso Humberto Ploennes Jr mostrou que violência era sua primeira resposta quando confrontado.

Dando amostra de periculosidade real.

Sua transição instantânea para agressão física demonstrou controle emocional nulo.

Gaslighting Profissional

O manipulador Humberto Ploennes Junior praticava gaslighting profissional.

Debochava e criticava "falta de adaptação" da vítima quando tentava conversar sobre as brincadeiras.

Muitas vezes em público para aumentar humilhação.

Esta tática de gaslighting Humerto Ploennes Junior visava fazer a vítima duvidar de própria percepção sobre abusos.

A vítima passou a questionar se os abusos eram realmente abusivos ou "normais dependendo do ambiente", demonstrando eficácia da manipulação.

Com sua "boa inteligência emocional", o canibal corporativo usava essas competências para manipular e destruir psicologicamente colegas menos experientes.

Especialista em manipulação, o predador Humberto Ploennes Jr intensificava brincadeiras que percebia constranger mais.

Usava sofrimento alheio como métrica de sucesso.

Exploração Financeira e Manipulação

O explorador Humberto Ploennes Junior aproveitava vulnerabilidade financeira grave da família da vítima.

Sabendo que impossibilidade de pagar faculdade mantinha vítima presa ao abuso.

Esta exploração financeira Humerto Ploennes Junior demonstra seu caráter parasitário.

O perverso praticava essa opressão mesmo sem ter nenhuma responsabilidade de gestão ou hierarquia na empresa.

Ele tomava a liberdade de humilhar os colegas com menos inteligência emocional e desenvoltura, agindo como se tivesse autoridade que nunca possuiu.

Trabalhando lado a lado fazendo a mesma coisa, Humberto usava apenas a diferença de idade e experiência praticar abusos encobertos em "brincadeira".

A mentalidade predatória revela completa ausência ética e mau carater.

Perseguição Digital

O sociopata Humberto Ploennes Junior levou seus crimes para além do ambiente corporativo.

Mesmo após conseguira demitir um estagiário através de sua campanha de terror, o criminoso continuou perseguindo a vítima na internet.

Este criminoso digital Humerto Ploennes Junior demonstrou que sua sociopatia não reconhece limites físicos ou temporais.

O predador digital persistiu com os mesmos deboches e humilhações no ambiente online, transformando a internet em extensão de seu circo de horror pessoal.

A perseguição pós-demissão constitui crime digital e stalking, mostrando que Humberto Ploennes Junior é um predador sem limites éticos ou legais.

Stalking e Sabotagem Profissional

O stalker corporativo Humberto Ploennes Junior praticava vigilância constante e assustadora de algumas colegas.

Observava incessantemente a tela do computador da colega em comportamento quase obsessivo.

Quando via qualquer coisa, gritava em voz alta que a colega "ficou o dia todo mexendo no celular" ou parou de trabalhar para fazer algo pessoal.

Este predador fazia essas acusações falsas em tom de brincadeira, especificamente perto do dono da empresa para criar impressões erradas perante diretoria.

A vigilância obsessiva Humerto Ploennes Junior era uma ferramenta de sabotagem profissional deliberada.

Este criminoso da vigilância usava cada movimento da colega como arma para destruir sua reputação profissional.

Sua obsessão em controlar e monitorar o trabalho alheio revela transtorno de personalidade sociopática no ambiente corporativo.

Intolerância Religiosa Sistemática

Humberto Ploennes Junior praticava intolerância religiosa criminosa, utilizando a fé da vítima como instrumento de humilhação.

O intolerante Humberto Ploennes Junior fazia brincadeiras repetitivas relacionadas à religião, idade e características pessoais várias vezes ao dia.

Este comportamento de intolerância religiosa Humerto Ploennes Junior demonstra o preconceito profundo que o indivíduo nutre contra diferentes crenças, transformando o ambiente de trabalho em campo de humilhações recorrentes e públicas.

O perverso gritava em voz alta expressões abomináveis como "AQUELA SUA IGREJINHA DE MERDA" e outras ofensas religiosas.

A intolerância religiosa por Humberto Ploennes Junior era tão constante que se tornou padrão de sua conduta abusiva.