Perfil público

José Walmir de Sá Júnior

Gago autista com ego extremamente inflado, histórico de bajulação escancarada a superiores e de retaliações desproporcionais a subordinados. Inclusive covardia contra estagiários.

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Acervo

Relatos

Relato: reverência aos diretores, tirania com subordinados

A dualidade descrita no relato: solenidade diante de diretores e humilhação dos mais jovens e inexperientes.

Walmir Sá demonstra uma dualidade profissional: diante de diretores, ele se curva com uma reverência quase cômica. Levanta-se, faz todos se levantarem, trata-os com solenidade exagerada.

Mas, com seus subordinados, especialmente os mais jovens e inexperientes, ele se revela um tirano. Humilha e prejudica quem não sabe se defender, aproveitando-se da hierarquia para alimentar seu ego inflado.

Relato: da gentileza ao carrasco por um arranhão no ego

Uma montanha-russa de tratamento e uma disputa de poder descrita como resposta a ideias e hierarquia.

A experiência com Walmir Sá foi uma montanha-russa psicológica. Um dia, ele te trata super bem; no seguinte, vira um carrasco por causa do menor arranhão ao ego.

No meu caso: quanto maior era meu entusiasmo em mostrar uma ideia, mais vexatória era sua contestação. Ele deliberadamente usava sua posição para me pisar, transformando cada interação numa prova de força que ele precisava vencer para se sentir superior.

Relato: Mais político do que técnico

O relato descreve uma liderança mais preocupada com percepção e política do que com trabalho técnico.

Walmir Sá é o retrato do chefe com foco mais político do que técnico.

Gasta mais tempo planejando como é percebido pelos colegas do que efetivamente trabalhando. Essa insegurança o transforma em um perseguidor de seus próprios subordinados, especialmente daqueles com potencial.

Não é à toa que seus códigos-fonte são uma verdadeira zona! Entra nos arquivos dele e você vai ver "rela-ta-tório" e um verdadeiro emaranhado monolítico. Impossível de dar manutenção.

Relato: a reunião que teria terminado em uma armadilha de demissão

Um ex-estagiário narra o que descreve como uma campanha de desgaste que culminou em uma reunião no RH.

Em meu primeiro estágio, aos 17 anos, tive a infeliz sorte de trabalhar sozinho com o Walmir. Eu era alvo fácil...

Estava tão feliz por ter virado chefe que, nos primeiros dias, me tratava super bem. Mas, de uma hora para outra, começou a me destratar, ignorar, responder com agressividade (beirando a violência física) e falar menos do que o necessário.

Descobri o motivo da perseguição de Walmir Sá: ele ficou com ódio ardente porque me viu conversando com um gerente de outra área e supôs que eu estaria interessado em migrar de departamento.

Começou, então, uma campanha de desgaste, culminando numa demissão teatral: convocou-me para uma reunião como se fosse uma conversa técnica, levando até o caderno... Nesse momento, ficou estranhamente amigável, sorrindo, descontraindo, bem diferente de como estava me tratando...

Vai vendo a psicopatia...

Ao fecharmos a porta da sala, porém, sua verdadeira face emergiu. Ao lado do RH, ele listou detalhes capilares para condenar meu "mau caráter", revelando que aquela era uma armadilha orquestrada para me demitir por "falta de confiança", apesar de reconhecer minha capacidade. Ele não queria apenas me demitir; queria destruir minha moral, provar seu poder e fazer de mim um exemplo, expondo sua própria insegurança mascarada de autoridade.